Muita coisa boa acontecendo em minha vida, em breve voltarei a publicar com mais frequência.
E o que não faltam são causos pra contar…
Inté!
Muita coisa boa acontecendo em minha vida, em breve voltarei a publicar com mais frequência.
E o que não faltam são causos pra contar…
Inté!
27 anos. Pois é, mais um aniversário, mas um novo ano em minha vida, mais capítulos e aventuras surgem no horizonte. Estou feliz, muito feliz.
Ontem reuni alguns amigos em minha casa para comemorar, fiz um caldo de feijão e torta e pude reencontrar amigos queridos.
É bom chegar aos 27 e saber que amigos que você fez há 6, 15, 20 anos, continuam ao seu lado e continuam tão queridos. Esse é o melhor presente que poderia ganhar.
E revi meu afilhado, que está enorme!! Tá quase do meu tamanho e ainda tá só com 11 anos.
Amanhã é 23, primeiro dia útil e dia d’eu por o couro novo de 27 pra secar ao sol. Vamos ver como vai ser esse ano de Touro e com vênus em Libra. Estou ansioso para descobrir!
PS: escrevi esse texto no dia 22 mas a internet estava uma droga e não consegui postar no dia…
Olha eu e Clarice Lispector na Bienal de São Paulo. Muito amor!!! É minha madrinha da arte da escrita!!!
E na Bienal encontrei Monteiro Lobato, em breve estaremos trabalhando juntos, e Chico Xavier. =)
Bafo! Saí de lá com a cantora Maysa agarrada em mim, ela vai morar comigo agora… =D
Pois é, falta pouco para meu aniversário e encerrar esse meu ano regido por peixes. Foi um ano bom, nadei mais pra cima do que pra baixo. Terminei a faculdade, comecei a trabalhar, fiz novos amigos, redescobri velhos amigos, ajudei no que pude quem me pediu auxílio, enrolei um monte de coisa minha pra fazer (e muitas ainda não fiz) e me escondi no meu mundo de fantasia sempre que a coisa apertou. Mas a característica mais forte de peixes que vivenciei é que reclamei demais, chorei demais e tive cada vez mais dificuldade em dizer não. Fiz um monte de coisa que não queria e não devia por não conseguir dizer não. E como chorei!! Foram noites e noites chorando, reclamando e remoendo dores. Um saco!
O bom é que a criatividade só cresceu, apesar de que não aproveitei ela muito bem como deveria, me prendi a outras coisas e a deixei de lado. Queria ter aproveitado esse ano e escrito mais, desenhado mais e feito mais coisa artística, mas acabou que não deu…
Enfim, à partir de domingo entro no ano de touro, que dizem ser um ano pé no chão. A tendência é que eu passe a me preocupar mais comigo, com minha vida, meu conforto e dinheiro. Isso é bom, preciso disso. Não é ano de fazer nada novo, mas sim de concretizar o que deixei preparado, outro aspecto que eu anseio.
Será um ano em que estarei preparado para um relacionamento mais sério, que aliado ao fato de que minha vênus anual estará em Libra (vênus é o planeta de Libra, a combinação dos dois favorece o amor), me dá mais esperanças de desencalhar…ahahahahaha Ou seja, se esse ano passar e eu continuar sozinho é bom eu desistir definitivamente do amor!
Amanhã reunirei alguns amigos em casa, em Passos, para comemorar mais esse ano. O carinho e atenção dos amigos é o melhor presente de aniversário que existe.
Certa vez, quando ajudava como coroinha na paróquia do meu bairro, participei de uma excursão para o Monte das Oliveiras, que fica em Alpinópolis/MG. Para quem não conhece, o Monte é um lugar turístico que recria diversos lugares da vida de Cristo.
Foram outros coroinhas e um seminarista nos acompanhando. Eu devia ter uns 13, 14 anos na época, estava naquela transição entre infância e adolescencia.
Visitamos o lugar e o seminarista ia nos explicando o que eram as réplicas e o que representavam os símbolos. Ao final ele disse que ia tirar uma foto de cada um e dar essa foto pra gente, a gente só precisava escolher qual lugar queríamos a foto.
Todos escolheram o mesmo lugar, a Cruz de Cristo, menos eu. Fui o único que escolheu outro lugar. Escolhi o Monte Tabor.
O Monte Tabor é o lugar onde os evangelhos dizem que Cristo se transfigurou para os seus discípulos e revelou sua verdadeira natureza espiritual. Porém, o Monte Tabor lá no Monte das Oliveiras era um cercado cheio de terra com uma graminha representando o monte. Não havia nenhuma escultura ou algo do tipo, porque no evangelho diz que era apenas o monte mesmo.
Meus colegas devem ter achado graça e me achado besta pra tirar uma foto ali. Qualquer pessoa que olhasse a foto deles na cruz já reconheceria o lugar ou que era algo religioso. No meu caso não, ia ser uma foto particularmente sem graça.
O seminarista achou bonito minha escolha e falou um pouco sobre a transfiguração. Subi no monte, que era fofo e se eu não tomasse cuidado ia acabar “estragando”. Deu tudo certo, tirei a foto e a tenho até hoje (eu estou horrível nela, gordo, camiseta pra dentro da bermuda, bermuda acima do umbigo, óculos e meia horrorosos, terrível…rzz).
Eu não quis tirar minha foto na cruz por dois motivos: não queria fazer o mesmo que os meus colegas, queria ser diferente, e achava que a cruz representava a morte de Cristo, eu não queria guardar uma lembrança da minha visita justamente do símbolo que representava a morte.
Haviam inúmeros outros lugares (mesa da santa ceia, manjedoura, etc.) mas o lugar que escolhi era pra mim o mais importante, era o que representava Cristo verdadeiramente “vivo”.
Meus amigos queriam uma foto que as outras pudessem olhar e reconhecer, eu queria uma foto que melhor representasse a imagem de Cristo. O conteúdo era mais importante do que a representação.
Conto isso porque ainda continuo com essa crença, ainda acredito “que o essencial é invisível aos olhos”…