sexta-feira, 26 de março de 2010

Andy Warhol na Estação Pinacoteca

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Se você gostou de conhecer um pouco sobre Andy Warhol ano passado com os posts em que analisei alguns de seus quadros, não pode perder a oportunidade de ver de perto as obras desse importante pintor da Pop Art.

Andy Warhol, Mr. America
A Pinacoteca do Estado de São Paulo apresenta, na Estação Pinacoteca, exposição de Andy Warhol, um dos mais importantes e influentes nomes da Pop Art. Andy Warhol, Mr. America
De 20 de março a 23 de maio de 2010

De terça a domingo, das 10 às 18h Ingresso combinado (Pinacoteca + Estação Pinacoteca): R$ 6 ou 3,00. Grátis aos sábados.
Largo General Osório, 66 – fone 11 3337.0185

Aproveitem!!! =)

Andy Warhol,  Marilyn

Análise de Imagens no Ornitorrinco Quântico – Andy Warhol Parte 01; Parte 02; Parte 03.

Coragem, o Cão Covarde – Desenhos Preferidos (12 de 25)

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Alguém me diz se é possível não se apaixonar por um cachorrinho medroso chamado Coragem??? Impossível!!!

Coragem, o Cão Covarde é uma série de animação da Cartoon Network, criação de John R. Dilworth. Conta a história de um cãozinho que é a personificação do medo, ele treme, grita, chora, tampa os olhos e ouvidos mas sempre acaba tendo que enfrentar seus medos para ajudar seus donos, os velhinhos Muriel e Eustácio Bagge. Eles vivem em uma fazenda que fica no meio do nada, na cidade de Lugar Nenhum.

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Muriel ama Coragem mas Eustácio o odeia e está sempre brigando e chamando-o de burro. Já Coragem sempre se vê as voltas de mistérios que acontecem nessa fazenda e que botam a vida deles em perigo. Apesar de seu medo, Coragem sempre faz o possível e impossível para salvar a vida de seus donos, que quase nunca percebem os perigos que correm.

E que perigos e mistérios acontecem? De tudo: furacões, invasões alienígenas, monstros, fantasmas, demônios e tudo de ruim que se possa imaginar. Existe um clima de suspense genial que remete à obras de Edgar Alan Poe. Coragem passa por muitos perrengues mas sempre consegue escapar da morte, mesmo se ferindo e passando por sufocos terríveis. Os donos sempre sobrevivem no final, porém Eustáquio quase sempre não termina, digamos… normal.

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Divertido também são as mímicas que o Coragem faz para tentar avisar aos donos do perigo que correm. Ele busca referência de tudo, desde coisas do mundo pop até coisas da época do Zagaia, mas mesmo assim seus donos não entendem.

Por que eu gosto desse desenho? Primeiro porque Coragem é um dos melhores exemplos de como trabalha o bibliotecário atual. Sempre conectado, ele varre a rede como ninguém para buscar as soluções dos seus problemas. Conhece todas as formas de buscas, as melhores fontes de informação e sabe identificar o que quer das redes sociais, de forma rápida e eficaz, afinal a sua vida e a dos donos depende disso.

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O segundo motivo de gostar dele é que eu também sou medroso demais. Tenho medo de tanta coisa e medos de vários tipos! Porém, não tenho muito tempo para paralisar com meus medos, eu sempre acabo os enfrentando primeiro pra depois lembrar que tenho medo. E muitas foram as vezes que ajudei família e amigos com coisas que eles não tiveram coragem de fazer.

É sempre assim, todos dizem que o Rubens é medroso, mas na hora do pega pra capá, é sempre o Rubens que é chamado. Quando chega a hora de agir, boto a cara a tapa mesmo, com a pose de coragem e o estômago tremendo.

quinta-feira, 25 de março de 2010

quarta-feira, 24 de março de 2010

Big Fish

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“O destino tem um jeito cruel de ir enredando você. Depois de todo trabalho de sair de Ashton, a garota que eu amo era noiva de um dos maiores otários. Tem horas que um homem precisa lutar e tem horas que ele precisa aceitar a derrota para o destino. O navio passou, somente um tolo persiste.

E daí? Eu sempre fui um tolo mesmo.

- Sandra Templeton, eu te amo e vou me casar com você!”

Trecho de Peixe Grande

terça-feira, 23 de março de 2010

Oie! =)

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Fonte: http://br.olhares.com/baby_luana_foto3552717.html

Oh vida…

Estou muito cansado esses dias.

Essa noite foi horrível para mim, custei dormir pensando em certas coisas. Sabe, estou cansado de dedicar amizade e atenção à algumas pessoas que não se importam muito comigo. Sou muito paciente, mas tudo tem limite.

Não acredito em amizades onde só um lado participa, onde não há trocas. Existem pessoas que eu me esforço, ajudo, apoio, preocupo e elas parecem se acomodar e não estão nem aí para o que sentimos ou vivemos. São frias demais.

Odeio o silêncio, entendendo o silêncio aqui como a falta de manifestação de alguém em uma amizade. Prefiro o xingamento, a blasfêmia, a verdade mais dolorosa, do que o silêncio. A verdade é um ferimento que pode doer, sangrar, mas com remédio, limpeza pra não infeccionar, se cura rápido. Já o silêncio, o não-dito, é um tumor que cresce dentro de nós e não nos damos conta, vivemos normal até que um dia descobrimos e perdemos o chão.

E o engraçado é que essas mesmas pessoas reclamavam do mesmo de outras. É engraçado como reproduzimos o que não gostamos que os outros nos fazem sem perceber.

Meu trânsito astrológico disse que o Sol está em crise com a Lua em meu mapa, por isso desses questionamentos. O conselho que ele me deu foi: do que eu devo me libertar?

Felizmente essa crise do Sol termina amanhã às 19h46. Não gosto de desperdiçar tempo com coisas negativas. Quero dedicar meu tempo para a minha evolução pessoal.

sexta-feira, 19 de março de 2010

Resumo da semana

Tô numa correria desde que voltei para São Carlos. Preciso acabar meu TCC até segunda e depois ainda vou ter várias providências a tomar.

Mas também tô com um problemão que até hoje consegui administrar bem, mas periga complicar minha vida nos próximos dias, o pagamento da minha bolsa está atrasado. De uma não, de duas, porque já deu mais de 2 meses. E não há previsão. Já não tenho grana pra nada e tenho um monte de coisa pra pagar na próxima semana. Espero que saia logo.

Fiquei feliz com a notícia de que a partir desse fim de semana a pinacoteca de São Paulo começa uma exposição sobre Andy Warhol. Depois que passar a correria quero planejar para ir lá conferir.

Bom fim de semana para vocês!

terça-feira, 16 de março de 2010

A moça criticada

Há algum tempo atrás, havia uma moça muito mal falada no alojamento onde eu moro. Era um disse-me disse-me incontrolável, várias pessoas criticando a moça e suas atitudes. Mesmo quem não a conhecia, meu caso na época, acabava aceitando o que ouvia sobre a moça e repassando as fofocas maldosas.

Certo dia, estava me arrumando para ir almoçar no RU e um colega veio me falar dela e de coisas que havia descoberto. Ouvi e fui almoçar. Fui mais cedo, para não pegar fila grande. Chegando lá estava fechado ainda e fiquei esperando na pequena fila que já se formava.

Então olhei para trás e vi que a moça que estava atrás de mim era a moça mal falada do alojamento. Achei incrível encontrar com ela ali, logo após de ouvir outra pessoa falando dela.

Não sei como nem porque começamos a conversar. Eu dificilmente puxo assunto com desconhecidos, acho que foi ela que me perguntou algo. Respondi e começamos a conversar e a nos conhecer. Em certo momento, quando disse que era de Minas, ela se lembrou do antigo namorado que era mineiro e começou a falar dele. E começou a contar toda a sua história e a desabafar tudo o que estava sentindo.

Tudo o que ela dizia modificava completamente o que eu sabia da história, ela estava com problemas e indecisões, não havia feito nada errado mas lutava contra sentimentos pessoais opostos.

Eu mais a ouvi que propriamente ajudei com conselhos ou qualquer coisa. Sempre que ela me pedia conselho a estimulava com uma pergunta. Nossa prosa continuou depois que entramos no RU e fomos almoçar. Ela disse que achava engraçado estar se abrindo daquela forma com uma pessoa que nem conhecia. Eu também.

No final nos despedimos e ela disse estar bem mais segura do que faria. E aparentava estar mesmo, foi como se ela houvesse jogado uma pedra pesada fora que carregava sem motivo. Me agradeceu e se foi. Depois disso não conversamos mais mas a vejo sempre.

Pouco tempo depois vi que ela havia resolvido o problema com o namorado e partido para outra. Mudou, estava mais feliz e o melhor, todos os boatos maldosos caíram por terra e ninguém mais passou a falar negativamente dela.

Lembrei de contar isso porque a vi hoje e ela continua feliz e bem com o novo namorado. Sei que aprendi muita coisa com esse fato e fico feliz por isso. E fico feliz por ter a ajudado de alguma forma.

A vida tem desses momentos, precisamos ficar sempre atentos para não cair nas garras do preconceito e julgar os demais. Devemos ser juíses apenas de nós mesmos e aos demais devemos distribuir carinho, amor e atenção. As vezes um pouco de atenção é o que mais precisamos mas, nesse mundo corrido, é raro conseguir.